Coronavírus

 

 

Nesta nova etapa do enfrentamento do COVID-19 a qual o município de Vargem Alta inicia através da confirmação de casos, ocorre também mudança em aspectos do critério de coleta, de maneira que deixa-se de serem coletadas amostras de pessoas que circularam por outros territórios, coletando-se apenas agora, dentro dos critérios de pacientes estabelecidos pela NOTA TÉCNICA COVID-19 N° 29/2020 – GEVS/SESA/ES, mas, outros grupos não deixam de serem suspeitos, notificados e terem de cumprir isolamento, assim, gerando uma necessidade de esclarecimentos que os casos suspeitos sem critério de coleta e que não possuam  histórico de contato próximo ou domiciliar com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19, não serão descartados ou confirmados, tampouco, haverá indicação de cura, encerrando-se como suspeito, apenas, conforme recomendação da Nota Técnica Estadual citada.
 
 Assim, os grupos que apresentam Síndromes Gripais diagnosticadas e que atendem critérios de coleta, são: 
 
1. Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
 
2. Casos suspeitos, com OU sem febre, nestas categorias:
2.1. Hospitalizados;
2.2. Trabalhadores da Saúde;
2.3. Profissionais das forças de segurança;
2.4. Pessoas acima de 60 anos, portadores das comorbidades (diabéticos, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares pré-existentes, doença cerebrovascular, doenças hematológicas, imunossupressão, câncer, uso de corticoides ou imunossupressores, pacientes com tuberculose);
2.5. Idosos em instituições de longa permanência.
 
3. Casos suspeitos COM febre aferida, nestas categorias:
3.1. Pessoas entre 45 e 59 anos, portadores das comorbidades (diabéticos, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares pré-existentes, doença cerebrovascular, doenças hematológicas, imunossupressão, câncer, uso de corticoides ou imunossupressores, pacientes com tuberculose); 
3.2. Grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas após o parto (incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal); 
3.3. População indígena aldeada;
3.4. Privados de liberdade.

 

O que é coronavírus?

Coronavírus (CID10) é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).
Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

 

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença. Os principais são sintomas conhecidos até o momento são:

  • Febre.
  • Tosse.
  • Dificuldade para respirar.

Como o coronavírus é transmitido?

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.


Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.

O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

Até o momento, não há informações são suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.


Como prevenir o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
Evitar contato próximo com pessoas doentes.
Ficar em casa quando estiver doente.
Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.


Como é feito o tratamento do coronavírus?

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.

Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).

Se você viajou para a China nos últimos 14 dias e ficou doente com febre, tosse ou dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente e seus sintomas.

(Fonte: Ministério da Saúde)


 

Como é definido um caso suspeito de coronavírus?

 

Há no momento a preconização de 02 (duas) definições de casos suspeitos pela Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo, em alinhamento com o Ministério da Saúde e que assim são seguidos pelo Município de Vargem Alta.

DEFINIÇÃO 1: SÍNDROME GRIPAL (SG): indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por sensação febril ou febre, mesmo que relatada, acompanhada de tosse OU dor de garganta OU coriza OU dificuldade respiratória. 

  1. EM CRIANÇAS: considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico.
  2. EM IDOSOS: a febre pode estar ausente. Deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência. 

 

DEFINIÇÃO 2: SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG): Síndrome Gripal que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. 

  1. EM CRIANÇAS: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

 

 

Como é feito o diagnóstico do coronavírus?

O diagnóstico é feito através da coleta de amostras de swab orofaringe e nasofaringe, assim, até o momento, não se é coletada amostra de sangue.


Quais pessoas realizam os exames específicos para diagnóstico do coronavirus?

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG);

Caso suspeito, que preencha a DEFINIÇÃO 1 ou a DEFINIÇÃO 2, nestas categorias:

  • Hospitalizados;
  • Profissionais de Saúde;
  • Profissionais das forças de segurança;
  • Idosos em instituições de longa permanência.

Caso suspeito, que preencha a DEFINIÇÃO 1 ou a DEFINIÇÃO 2, COM febre, nestas categorias:

  • Gestantes;
  • Privados de liberdade.

 

Obs.: Em municípios nos quais ainda não houve confirmação de casos, como o caso de Vargem Alta, será admitido a coleta de pacientes suspeitos com histórico de viagem nos últimos 14 dias, que estejam sintomáticos ou com contato com casos suspeitos ou confirmados.

(Fonte: Nota Técnica COVID-19 N 23/2020 - GEVS/SESA/ES - Atualizada em 09/04/2020)


Plano Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus

Confira o Plano Municipal de Enfrentamento ao Cornavírus (Covid-19) na integra. Segue link:

Plano Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus

 



 

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